Se você está procurando o grande deus do Next Dimension, veja Chronos, a personificação do tempo.


Cronos (クロノス?) foi o Rei do Clã dos Titãs e o segundo governante supremo do universo após matar seu pai, Urano. Sua liderança fora principalmente marcada com o início da Era Dourada na Terra e por gerar junto com Reia os Deuses Olímpicos mais antigos. Entretanto, a tirania de seu governo causada por seu medo em ser deposto levou a rebelião de sua prole que causou a Titanomaquia, onde ao final dela, da mesma forma que fizera com seu pai, ele seria derrubado por seu próprio filho, Zeus. Como punição por todas as atrocidades que cometera, ele fora condenado a passar a eternidade selado nas profundezas dos Tártaro junto com seus irmãos.

No entanto, com a chegada do século XX, Cronos e os demais titãs foram libertados de seu tormento por intermédio do grande deus Pontos, acreditando que o mesmo os trouxera de volta ao mundo para iniciar uma nova Titanomaquia com o objetivo de restabelecer o domínio deles sobre a Terra e destruir os usurpadores olimpianos. Porém, tanto ele quanto seus irmãos acabaram sendo usados pelo antigo deus do mar que tramou para que sucumbissem enfrentando os Cavaleiros de Ouro de Atena apenas para lhe tomar suas Sohmas de modo que assim pudesse libertar Gaia, embora no fim, o titã entregaria seu poder a Hades a fim de salvar a vida do algoz que causara sua queda final. Sua contraparte romana é Saturno.

Etimologia

Na mitologia grega, 'Cronos' (em grego: Κρόνος, transl.: Krónos) foi o último dos titãs nascidos de Gaia e Urano, ao qual viria a se tornar o rei deles. Durante o reinado de seu pai, por ter aprisionado os Hecatônquiros e os ciclopes dentro do Tártaro, Gaia em sua dor e fúria, criou uma foice e ordenou que seus filhos a usassem contra Urano, mas eles recusaram. Apenas Cronos foi corajoso o suficiente para pegar a arma e realizar a tarefa. Quando Urano se encontrou com Gaia, Cronos emboscou seu pai e castrou-o com a foice, sendo que do sangue jorrado brotou os Gigantes, as Fúrias e Afrodite.

Depois de se livrar de Urano, Cronos tornou a prender os Hecatônquiros e os Ciclopes junto com os Gigantes dentro do Tártaro, colocando a monstruosa draconiana Campe para guardá-los pela eternidade. Ele e sua esposa-irmã, Reia, então assumiram o trono do mundo como rei e rainha, respectivamente. Esse período do governo de Cronos viria a ser chamado de "Era Dourada", já que as pessoas da época não precisavam de leis ou regras; todos fizeram a coisa certa e o mal estava ausente.

Posteriormente, Cronos descobriu com um oráculo que ele estava destinado a ser destronado por seu próprio filho, assim como ele havia derrubado seu pai. Como resultado, embora tenha criado os deuses Deméter, Hera, Hades, Héstia e Poseidon com Reia, ele engoliu todos eles assim que nasceram para evitar que a profecia acontecesse. O sexto e último filho, Zeus, se tornaria o filho destinado a derrubar Cronos e derrotar os Titãs.

Cronos era geralmente representado com uma foice, que é usada para colher as colheitas e também a arma usada para derrotar Urano. Ele também serviu de inspiração para a antiga seita órfica criar a figura de Chronos, a quem chamavam de o "deus primordial do tempo". Entretanto dado a nova teogonia criada por eles ser repudiada pelo culto cívico e popular das póleis gregas, para os gregos comuns, o titã Cronos (e somente ele) era o deus do tempo por excelência, sendo que em seu aspecto destrutivo, ele representava o tempo inexpugnável que rege os destinos e que a tudo podia devorar.

Sua contraparte na mitologia romana é Saturno e sua contraparte canaanita é El .

Características

Personalidade

Cronos impondo sua autoridade a seus servos.

Cronos é definido como "o mais perturbado dos Titãs", sendo essa descrição a mais precisa para intitular sua variada mentalidade. Ele é inicialmente apresentado com um enorme ego por ser divindade e um temperamento feroz que superou a de qualquer outro titã, constantemente se vangloriando sobre sua posição e superioridade perante os seres humanos em todos os momentos que têm uma chance, acreditando firmemente que a única utilidade dos mesmos era apenas para servir os deuses e que são incapazes de escaparem desse destino.[7][8][9] Dado que ele é o titã que controla o tempo, Cronos gosta de ser imortal e se compraz de tomar toda forma de vida, apenas para as observar morrer diante de seus olhos. Porque durante boa parte de sua vida eterna, ele foi visto como um deus inviolável por seu poder, como consequência, Cronos acredita que nenhuma força pode desafiar sua autoridade.[10] Ele mostrara também ser altamente egocêntrico, calculista, egoísta e arrogante, acreditando firmemente que a Terra é sua propriedade e que todos que vivem nela tem a obrigação de se ajoelhar perante sua autoridade. Cronos também não possui nenhum grau de empatia, se recusando a reconhecer qualquer outro deus além dele próprio, sempre dando ordens para todos que estão ao seu redor de forma pomposa e explosiva, estendendo isso até com seus próprios irmãos e súditos, apesar deles serem absolutamente leais a ele, bem como todos os outros humanos que ele encontra, tratando-os como tolos e estúpidos por os desafiar, chegando até atacá-los de maneira tortuosa para que sofressem cruelmente por ousarem se colocarem em seu caminho.[11][12][13][14] Ironicamente, todos os traços tiranos exibidos pelo titã parecem ser oriundos de seu pai, Urano, a quem ele sempre odiou.

Antes de se tornar o rei dos titãs e governante do universo, Cronos pareceu mostrar ser uma pessoa corajosa e honrada para com sua família, tomando a tarefa de matar seu pai sozinho (mesmo que isso secretamente o apavorasse) de modo que assim pudesse de salvar seus irmãos e irmãs.[15] No entanto, o assassinato de Urano viria a aterrorizar Cronos o resto de sua vida e assumir sua posição o mudara para sempre, como ele acabou se tornando faminto por poder e dominação, sendo que enquanto se acreditava que Cronos apreciava todo o poder, adoração e autoridade que adquiriu, na realidade, o titã se tornara completamente infeliz e isolado de seus iguais a ponto de que em seu intimo, ele desejava se libertar de sua situação. Esses fatores combinados com o medo de sofrer o mesmo destino que acometera seu pai, levou Cronos a ser corroído de uma intensa paranoia de que sua prole poderia potencialmente se tornar poderosa demais para ele controlar. Isso, em última análise, fez o titã cair em uma corrupção maligna a par com a de Urano, resultando nele aprisionando seus próprios filhos para impedi-los de se voltarem contra ele, o que acabaria resultando em sua queda.[16]

A natureza sem emoção exibida por Cronos em seu estado amnésico.

Enquanto em seu estado amnésico, Cronos agia com a mentalidade de uma criança inocente e sem emoção, sendo tão avançado seu grau de esquecimento que ele sequer lembrava de seu nome e desconhecia ser um deus, embora percebesse também que não era humano devido sua aura de melancolia que fazia aqueles que o viam pensar que fitavam um vazio infinito.[17] Todavia, ao entrar em contato com Lithos Chrysalis, ele mostrou ser capaz de recordar de pequenos fragmentos de sua vida como a atitude protetora de Hyperion de Ébano, o zelo amoroso de sua esposa, Reia, o que o faz sentir uma grande tristeza por ver seu estado como uma estátua viva para com ele e o amor por sua mãe, Gaia, incluindo a tarefa que ela o incumbiu, chegando até recordar do terror e a infelicidade que a realização do ato custara para si. Por causa de seu comportamento gentil neste estado com Lithos e sua sinceridade para com ela, é plausível que Cronos era mais sentimental antes de matar seu pai. Ele até reagiu de forma cômica perto dela ao vê-la tentando achar uma saída para fora do Palácio dos Titãs e se emocionou com a misericórdia de Aioria de Leão em querer salvar sua vida.

Cronos exibindo sua malignidade maniaca ao restaurar sua memória.

Uma vez que Mnemosine e Pontos restabelecem suas memórias completamente, Cronos volta a agir com sua mentalidade divina apresentada em sua forma astral, porém ainda mais intensificada, mostrando ser cruel e impiedoso, beirando a um maniaco psicopata sanguinário que busca elevar sua vontade sobre qualquer outra força. Ele também ficara muito mais raivoso do que antes quando alguém (ou ele mesmo) menciona Zeus, demonstrando ter um grande ódio e rancor pelo que seu filho lhe causara o aprisionando por milênios no Tártaro, chegando a prometer não parar sua campanha de destruição até o matar com suas próprias mãos e absorver sua dunamis. No entanto, ele ainda carregava alguns traços de seu período amnésico, como demonstrou ter interesse por Lithos, oferecendo a ela para que se tornasse sua nova rainha e ficasse ao seu lado quando restabelecesse seu controle sobre a Terra, no entanto, quando é rejeitado, o titã não hesita em tentar matá-la. Após sua derrota para Aioria, o titã pareceu ter sido tocado pelas palavras e determinação do cavaleiro em dar sua vida para proteger o que acreditava, a ponto de o reconhecer como "a luz que guiaria o mundo" e querer salvá-lo, entregando livremente sua sohma para Hades de modo que o mesmo pudesse impedir que o leonino caísse no Tártaro.

Em batalha, Cronos mostrou ser implacável na submissão de seu oponente o mais rápido possível enquanto ao mesmo tempo, gosta de torturá-los em toda extensão com suas técnicas, chegando a rir deles enquanto sofrem.[18] Ele também é perfeitamente consciente de suas proezas e não finge modéstia, sendo extremamente arrogante sobre seus próprios talentos divinos e afirmando constantemente sem rodeios quando é mais forte que o seu adversário e menosprezando-o se continuar a desafiá-lo.[19] Por outro lado, ao ser surpreendido quando alguém se torna um desafio legítimo para ele, Cronos admite isso e chega até elogiá-lo, se necessário.[20] Uma vez que alguém é capaz de verdadeiramente sobrepujá-lo, o titã ficou incrédulo por não conseguir compreender como alguém que é claramente inferior a seu poder e linhagem, ainda poderia se tornar mais poderoso que ele.[21] Ao mesmo tempo, Cronos possui alguma natureza competitiva, desfrutando se um inimigo pode suportar seu poder.

Aparência

A verdadeira aparência de Cronos nunca é de fato vista. No entanto, em sua representação durante a era mitológica, ele é apresentado como um jovem de altura média, magro, de porte atlético e com longos cabelos claros que alcançavam seus quadris. Como traje, ele usava um poncho claro sobre os ombros, uma saia toga também clara presa em um conjunto de longos cintos de couro que tanto cobriam quanto ficavam soltos a maior parte sua cintura, sendo que seu torso, braços e coxas também são semi envolvidos pelos mesmos acessórios, e calçava botas ou sapatos rústicos. Em seus antebraços, Cronos usava braceletes acoplados com luvas sem dedos. Após ser coroado como Rei dos Titãs, ele passou a usar uma coroa de louros. Durante o auge de seu governo, Cronos tivera sua estatura e compleição física aumentada, sendo que nessa época, ele vestia um grande manto escuro esvoaçante com capuz que cobria completamente suas vestes. No momento de sua queda na Titanomaquia, Cronos usava um grande manto claro.

Forma Espectral de Cronos.

Depois de ser morto por Zeus e ter sua alma separada de seu corpo, em sua forma astral, Cronos se manifestou no plano físico como uma entidade espectral gigantesca a ponto de empequenecer a Estátua de Atena, se igualando equivalentemente a montanha do Santuário onde residiam as Doze Casas. Nesta forma, sua face é completamente ocultada, sendo somente visível seus olhos brilhantes e tem uma constituição física magra, mas imponente e seis longos braços, cada um com mãos com longos dedos cujas unhas lembra garras. Sua pele tem a tez variável, sendo normalmente morena, porém as vezes escura com pontos brilhantes, azul celeste ou com um esquema de cores que parecem uma galáxia contento nebulosas. Sobre ela, há elaboradas tatuagens na forma tanto de flores quanto caules que se espalhavam por quase todo seu corpo cujas coras são amarelo esverdeado ou verde claro com detalhes bracos. Se tratando de trajes, Cronos usa um grande elmo grego roxo claro ou cinzento adornado com marcações florais acoplado com um turbante claro, enquanto em seu corpo, ele veste um elaborado manto branco longuíssimo com toga preso na cintura por uma elaborada cinta ou fecho dourado cujas tiras cobrem partes de seus braços e antebraços, deixando boa parte de seu torso visível enquanto a parte inferior de seu corpo é completamente coberta.

Em sua ressurreição imperfeita, Cronos assumiu a forma de um garoto muito magro, de pele morena, olhos vermelhos opacos e cabelos rebeldes roxos escuros com quatro longas mechas esvoaçantes. Como traje, ele vestia um longo elaborado sobretudo roxo escuro e sobre a roupa, usava um colar duplo com duas pedras brilhantes e um cinturão de fivelas prateadas na cintura. Neste estado, seu semblante era completamente estoico e sem emoção. No entanto, uma vez que tem sua memória restaurada, os cabelos de Cronos ficam completamente pretos, seu rosto passa a ter um semblante maligno e maniaco enquanto aparecem anéis pretos ao redor de seus olhos que ficam brilhantes e ganham pupilas negras.

História

Era da Criação

Nascimento e Primeiros Dias

Cronos é o último filho que nasceu da união dos Grandes Deuses, Gaia e Urano, sendo portanto, o mais jovem do Clã dos Titãs. Tanto ele como seus irmãos foram exilados por Urano por causa de sua tirania, narcisismo e obsessão pelo poder, o que o fazia se recusar a reconhecer a força de seus filhos.[22] Esse ato cruel levou Gaia em sua fúria a conspirar para derrubar seu marido, criando secretamente armas capazes de matá-lo definitivamente.[23]

Assassinato de Urano & Ascensão ao Trono

Cronos se oferece para matar Urano.

Uma vez que Gaia reuniu seus filhos em um local secreto, ela tentou convence-los a usar as armas recém forjadas para que um deles as empunhassem a fim de matar Urano e libertar seus irmãos que estavam aprisionados nas profundezas do Tártaro bem como se tornarem os novos regentes do universo. Porque seus irmãos estavam com medo de aceitarem a tarefa devido saberem o quão terrível era o poder de Urano, Cronos se ofereceu para ir sozinho como queria tanto protege-los quanto punir seu pai por sua crueldade sem excedentes.[24]

Cronos derrotando Urano.

Tomando então a arma mais poderosa que sua mãe criara, a foice Megas Drepanon, Cronos orquestrou com Gaia a emboscada contra Urano, onde jovem titã o enfrentou em uma batalha feroz ao qual, no final, prevaleceu, mas antes de ser morto, o deus derrotado amaldiçoou seu filho, afirmando que ele seria derrubado da mesma forma que havia feito com ele, ou seja, sendo morto por seu próprio filho mais novo.[25][26] Não acreditando nas palavras de seu pai, Cronos conquistou a supremacia entre os Titãs e se tornou rei do universo, ganhando assim o domínio sobre o céu e a terra.[27]

Era Dourada

Reinado & Queda para Corrupção

Cronos durante o inicio de seu reinado.

No início de seu reinado, Cronos libertou seus irmãos mais velhos, os Ciclopes e os Hecatônquiros, do Tártaro e algum tempo depois tomou sua irmã Reia como sua rainha, algo que fez alguns dos outros titãs seguirem o mesmo exemplo, se casando entre si também. Ele também libertou a raça dos Gigas que foram banidos para o mundo dos mortos por seu pai, o que fez com eles jurassem fidelidade a Cronos em agradecimento. Sua regência também deu inicio a assim chamada "Era Dourada" devido a prosperidade que o mundo teve neste período, principalmente com a criação dos humanos que viriam a adorar os titãs e servi-los fielmente.

Entretanto, conforme o tempo passou, embora Cronos apreciasse todo o poder e autoridade que possuía, sua solidão com isolamento que isso lhe causara bem como seu temor cada vez maior da previsão de seu pai de que ele seria derrubado por um de seus próprios filhos, Cronos acabaria se tornando um tirano igual a Urano, tendo inclusive lançado novamente os Hecatônquiros ao Tártaro e os deixado sobre o controle de Iapeto.[28] Logo, sua corrupção acabaria se espalhando para a maioria dos titãs.

Cada vez mais paranoico de que seria derrubado assim como fizera com seu pai, a fim de escapar de seu malfadado destino, Cronos decidiu se livrar de toda sua prole, aparentemente os aprisionando.[Carece de fontes] O único a escapar fora o mais novo deles, Zeus.

Titanomaquia

Quando Zeus amadurecera, ele libertou seus irmãos e irmãs do aprisionamento de Cronos de uma forma desconhecida. Agora chamando a si mesmos como os Olimpianos, eles declarariam guerra total aos Titãs. Quando o conflito se iniciou, Cronos convocara todos seus aliados e irmãos para lutar, incluindo os filhos e cônjuges dos mesmos, todavia, alguns dentre eles se mantiveram neutros enquanto pelo menos um se aliaria a os novos deuses.

Cronos é destronado por Zeus ao final da Titanomaquia.

Os titãs então batalharam contra novos deuses junto com seus aliados com grande ferocidade e poder, o que assolou o mundo. Apesar de estarem em desvantagem, Cronos e seu exército mantiveram a disputa contra os olimpianos equilibrada por dez anos, contudo, isso terminaria quando Mnemosine, que secretamente havia se tornado informante dos olimpianos, traiu os titãs ao fazer com que Zeus obtivesse a Keraunos - uma arma criada por Céos que a escondera devido seu poder de aniquilação incomensurável - o que o permitiu sobrepujar completamente os titãs e suas forças devido a vulnerabilidade deles a relâmpagos, culminando em Cronos sendo deposto e destruído por seu filho ao final da guerra.

Aprisionamento

A alma de Cronos selada no centro de seu palácio.

Logo após a derrocada de Cronos, Zeus aprisionou e selou todos os titãs em suas Sohmas dentro da fortaleza em ruínas deles, os banindo em seguida junto com os que ajudaram para as profundezas mais sombrias do Tártaro de modo que sofressem em tormento eterno. No caso do rei dos titãs em especifico, seu aprisionamento fora especialmente reforçado por Zeus devido seu temor secreto de que um dia seu pai poderia conseguir se libertar e buscar vingança. Ele então teve sua alma selada no centro de seus domínios enquanto seu corpo fora preso em sua foice abaixo do Santuário de Atena. Por causa do poder da Keraunos sendo usado tanto para torturá-lo quanto acorrentá-lo, Cronos seria incapaz de retornar ao mundo por conta própria.

Segunda Titanomaquia

Preludio

Com a chegada do século XX, o selo que encarcerava a alma de Cronos começou a se enfraquecer - algo que ele acreditava se atribuir ao seu imenso poder. Graças a isso, o titã fora capaz de manifestar uma projeção astral sua que enfim conseguira regressar para Terra. Foi nesta ocasião que o grande deus Pontos se apresentou a Cronos como um servo leal e ofereceu-se para reerguer todo seu exército de modo que assim desencadeasse uma nova guerra contra os Deuses Olímpicos para retomar o controle do mundo, algo que o titã, no alto de seu egocentricidade, concordou por crer ser uma ação de sua vontade divina absoluta.

Cronos alicia Saga para lhe servir.

Iniciando então os preparativos para o regresso dos titãs, Cronos decidiu eliminar Atena enquanto ainda era um bebê, tendo a crença de que assim ninguém poderia ameaçar sua supremacia. A fim de conseguir isso, Cronos aliciou Saga de Gêmeos como seu peão devido sua condição perante a maldição de sua constelação guardiã logo após o mesmo usurpar o cargo de Grande Mestre do Santuário. Ele então entregou uma Adaga Dourada capaz de matar divindades ao Cavaleiro e o instruiu a assassinar a deusa antes de partir, sem nunca saber que o geminiano não conseguiu realizar isso.

Pontos e Cronos em reunião com o Saga sobre Aioria de Leão.

Cerca de seis anos depois, Cronos e Pontos se reuniram em um local secreto próximo do Santuário com Saga. Mantendo se oculto enquanto Pontos atua como seu porta-voz, ele ouvem quando o falso Grande Mestre revela a atuação de Aioria de Leão contra o Colosso e os alerta a não subestimar o Cavaleiro como ele poderia causar a ruína deles. Ao então ouvir que Saga se preocupa com o fato da ascensão do leonino significar um mau agouro dos desejos dos deuses, Cronos se revela imponentemente proclamando seu desprezo por tais alegações dado que o único deus que importa era si mesmo. Embora Pontos concorde com o titã, dado que o geminiano despertou sua curiosidade, ele decide lançar uma maldição sobre o servo do Cavaleiro do Leão a fim de testá-lo.

Enquanto aguardavam a resolução do teste, Pontos pede paciência a Cronos como logo iriam quebrar suas restrições e restabeleceriam seu reino na Terra. O titã então seria informado que sua Sohma fora escondida no Santuário, logo abaixo da Estátua de Atena.

Invasão a Jamiel

Cronos se manifesta em Jamiel.

Confirmado então que Aioria poderia ameaçar os planos dos titãs, Cronos encarregou Pontos de lidar com a situação enquanto descansava a fim de aliviar a agonia que seu aprisionamento lhe causava. Após Hyperion de Ébano falhar em sua tentativa de recuperar a foice de Cronos, o mesmo tentou falar com Cronos, porém, foi impedido por Pontos. Mais tarde, ao despertar e descobrir que Iapeto fora sem sua permissão lidar com o Cavaleiro de Leão que estava em Jamiel, Cronos se manifestou no local, interrompendo a luta de ambos.

Declarando então que o ato de seu irmão em agir sem sua autorização ser equivalente a um ato de traição e alegando ser o único quem decide quem deve ser morto, ele ordena que Iapeto regressasse imediatamente. Após o mesmo bater em retirada, Cronos leva sua atenção para Aioria e afirma que o jovem será aquele quem o libertará de seu selo por carregar o mau presságio do destino, partindo logo depois também após ignorar os protestos do Cavaleiro indignado com a revelação do titã.

Invasão ao Santuário de Atena

Regressando então a sua fortaleza no Tártaro, enquanto realizava uma audiência com Iapeto que deseja ser castigado por suas transgressões e Hyperion tenta interceder a seu favor, dado que eles eram os únicos titãs que estavam ativos e não haviam outros guerreiros para se disporem, quando ambos começam a discutir, Cronos ordena silêncio e em seguida convoca o Soldado Giga-Deuses para que pudessem destruir todo o Santuário. Como Iapeto tenta se oferecer para realizar a tarefa, Cronos o manda se calar e não contestar sua decisão, já que tanto ele quanto Hyperion devem ajudar Pontos a acelerar o ritual de ressurreição dos outros nove titãs. Ele então despacha os Gigas para cumprirem suas ordens.

Cronos invade o Santuário de Atena.

Mais tarde, seguido da derrota da maioria dos Gigas para os Cavaleiros de Ouro e da ressurreição dos outros titãs - que restauram completamente a fortaleza de Cronos e invocaram o Theos Soma no processo - o rei dos titãs decide ir em busca de sua sohma pessoalmente no Santuário enquanto seu exército invade o lugar. Surgindo então diante da Estátua de Atena, ao sentir o poder de sua foice selado abaixo do altar, Cronos despreza a vã tentativa de esconderem sua arma e, logo em seguida, usa sua Dunamis para invocá-la do subsolo. Estando confiante que conseguiria enfim restaurar-se plenamente, quando Cronos tenta pegar a Megas Drepanon, ele é repentinamente repelido com uma imenso relâmpago conjurado, o que o faz perceber que sua sohma estava sendo duplamente protegida com os selos de Atena e Zeus escondidos, levando o titã a indagar o por que de tamanha precaução.

Cronos é atingido por Saga.

Uma vez então que Saga aparece inesperadamente e explica que o motivo da Sohma estar tão protegida era devido ao medo que os olimpianos tinham caso o titã regressasse a vida em busca de vingança, Cronos entende o artificio, relembrando de como o amaldiçoado ciclo de temor e morte esta gravado tanto no sangue dele quanto de seus descendentes desde que matara Urano, todavia, o titã declara que terminará de vez com essa maldição sem fim quando matar seus filhos usurpadores como castigo por lhe aprisionarem. Como o falso Grande Mestre declara que era o momento certo para entregar a Sohma para Cronos já que proibiu os Cavaleiros de Ouro de lutarem contra o titã, os impedindo assim de atrapalha-lo, o titã se distrai ao sentir um cosmo poderoso se elevando, o que o deixa de guarda baixa, acabando por sua vez sendo atingido por uma explosão de energia liberada repentinamente por ninguém menos que Saga, acometido pela boa índole de sua dupla personalidade.

Cronos captura Saga.

Surpreendido com o fato de que, apesar de ainda não estar plenamente restabelecido, sua imagem astral ter sido ferida pelo poder do geminiano, Cronos elogia Saga, mas percebendo que o Cavaleiro estava em conflito com sua dupla personalidade, ele pomposamente declara que o geminiano logo seria consumido por seu lado maligno e novamente se tornaria seu servo. Expandindo então sua dunamis para impedi-lo de escapar ou chamar ajuda dos outros Cavaleiros de Ouro, Cronos usa sua técnica de psicocinese mental em Saga a fim de obter o controle de sua mente permanentemente e se caso resistisse, teria seu futuro completamente arruinado e sofreria miseravelmente em lamento eterno. Todavia, Saga resiste a técnica do titã e novamente o ataca abrindo a Outra Dimensão afirmando que se o preço para derrotá-lo e salvar a vida da humanidade era seu sacrifício, ele o faria sem nenhum temor. Apesar de ser sugado pelo vórtice dimensional, Cronos consegue interromper a técnica e elogia mais uma vez o Cavaleiro por ser capaz de enfrentá-lo, todavia, o titã declara que era inútil tentar escapar de seu poder e o imobiliza com suas mãos, ordenando em seguida que o geminiano se ajoelhasse diante dele. Só que para sua surpresa, Saga consegue se soltar das contenções e o ataca com sua Explosão Galáctica em máxima potência, engolfando a forma astral do titã completamente com resplandecência e o surpreendendo mais uma vez com o feito, o obrigando a ter que se abrigar atrás da Estátua de Atena a fim de se proteger da técnica.

Após a explosão se dissipar, Cronos novamente demonstra surpresa com o poder descomunal exibido por Saga e admite o quão espetacular o Cavaleiro se mostrara ser, apesar de ser apenas um mortal. Acreditando que o geminiano havia morrido como consequência de sua técnica, Cronos tenta novamente alcançar sua Sohma de modo que possa restaurar seu poder, entretanto, ele novamente é repelido com outro relâmpago de Zeus e percebe que Saga ainda estava vivo ao vê-lo segurando a Megas Drepanon. Após o geminiano revelar que fora graças a sohma do titã que conseguira sobreviver, Cronos nota as semelhanças que ambos possuem, mas como Saga declara sua intenção de matar todos os titãs sem se importar com as consequências disso, o titã decide eliminar o Cavaleiro pela audácia de ter tocado sua sohma e invoca uma imensa chuva de navalhas pretas que ferem Saga severamente, o levando a desabar no chão pela dor.

Cronos tem sua forma astral ferida por Saga.

Se vangloriando por seu poder ser superior a dos mortais e que os mesmos não podem escapar do destino que os deuses lhe impõem, Cronos mais uma vez é surpreendido quando Saga repentinamente o ataca abrindo a Outra Dimensão outra vez, acabando por afastá-lo novamente. Ouvindo então Saga declarar seu compromisso como Cavaleiro de Atena de que enquanto tivesse esperança, ele nunca se renderia, Cronos desdenha do geminiano por sua crença, afirmando que o mesmo nunca conseguiria derrotá-lo por mais que tentasse já que a diferença de poderes dentre eles era enorme. Todavia, sua subestimação acaba saindo pela culatra quando Saga rapidamente corta sua forma astral, o ferindo a ponto de seu Ikhor escorrer, deixando o titã sem entender como o Cavaleiro conseguiu tal feito. Vendo então que o geminiano estava usando a Adaga Dourada para atacá-lo e que a usaria para matá-lo, Cronos se revolta pela audácia, mas devido a extensão do ferimento que sofrera, é incapaz de se mover. Só que quando o titã estava para ser empalado por Saga, o mesmo acaba sendo tomado por sua personalidade maligna e se teleporta para longe dali após perder sua consciência.

O corpo de Cronos ressurge do selo.

Recuperando-se então da batalha, Cronos nota a aproximação de outro cosmo intenso e logo tem sua atenção chamada por Aioria de Leão. Declarando sua satisfação pelo homem que o libertará enfim ter chegado, como o leonino ignora suas palavras e o ataca com seu Relâmpago de Plasma a fim de provar que os deuses não tem controle do destino dos humanos, Cronos coloca sua sohma na direção do golpe, fazendo com que o selo de Zeus acabasse reagindo ao poder do Cavaleiro e começasse a se desfazer como consequência, muito para o prazer do titã por ver seu verdadeiro corpo divino enfim surgir. Percebendo que o jovem tentava atacá-lo apenas com sua força física, Cronos começa a provocar Aioria a fim de que ele use seus relâmpagos novamente, revelando que o motivo pelo qual o Cavaleiro é capaz de anular o selo que aprisiona sua Sohma é devido seu "cosmo sombrio e moldado por intenções assassinas" ser igual ao de Zeus.

Cronos flagela Aioria com seu poder.

O titã então invoca novamente sua chuva preta a fim de forçar o leonino a usar seu relâmpago, sendo que ao conseguir, Cronos manipula o ar a fim de redirecionar o ataque para sua Sohma, enfraquecendo ainda mais o selo que a restringia. Vendo a incredulidade do Cavaleiro de Leão com o que presenciara, Cronos explica o quão potente sua onipotência era por lhe permitir dominar todos os fenômenos da natureza e como era capaz de influência-la para matar qualquer um acometido por seus efeitos, invocando em seguida uma tempestade elemental que fere fortemente Aioria. Comentando então que o único elemento que não dominava eram os relâmpagos criados por Zeus, o titã revela sua precisão dos poderes do leonino para se libertar e declara que o jovem não poderia escapar de suas técnicas a menos que usasse seus relâmpagos para anular seu controle sobre a natureza.

Cronos é atingindo por Aioria impulsionado pelo poder de Atena.

Sabendo que bastava apenas mais um relâmpago para liberar sua Sohma, Cronos provoca Aioria mais uma vez para atacá-lo a fim de anular sua manipulação da natureza, porém, o titã se surpreende ao sentir um imenso cosmo divino surgir e repelir seu poder sobre o Cavaleiro de Leão. Uma vez que o mesmo declama seu comprometimento em proteger a paz e a justiça em nome de Atena, Cronos fica tanto incrédulo quanto estupefato ao identificar o poder da deusa no Cavaleiro, não conseguindo entender como a mesma fora capaz disso dado que acreditava que a mesma havia sido assassinada seis anos antes. Essa surpresa acabou o deixando sem tempo de reação quando Aioria o acerta com seu Relâmpago de Plasma energizado com o cosmo de Atena em máxima potência, afastando e ferindo o titã no processo, o levando a perceber ainda incrédulo que os relâmpagos do jovem não afetaram o selo devido agora estarem sendo gerado pelo poder divino da esperança

Cronos é consumido pela Explosão de Fotons de Aioria.

Conforme é cada vez mais afastado pelo Cavaleiro de Leão, ao desviar de um dos relâmpagos de Aioria, Cronos convoca novamente os elementos da natureza e gera uma grande explosão cujo impacto arremessa o leonino longe. Afirmando então sua superioridade por ser o rei de todos os deuses, Cronos exclama que jamais seria vencido por um mero mortal e começa a atacar furiosamente o corpo de Aioria, declarando que se o mesmo não o libertasse usando seus relâmpagos, ele o mataria e esperaria o nascimento de outro homem com as mesmas capacidades para lhe libertar. Uma vez que Aioria dissipa as técnicas do titã com um só movimento, Cronos zomba dele por acreditar que poderia superar um deus com seu próprio poder. Totalmente para sua surpresa, Cronos fica estupeficado quando o leonino invoca uma gigantesca massa cósmica, levando o titã a perceber que apenas Atena poderia realizar isso e deduz que Saga o enganou. Começando então a ser engolfado pela técnica de Aioria, Cronos ainda tenta desdenhar do Cavaleiro por achar que pode matá-lo, porém, acaba sendo consumido pela explosão subsequente invocada por Aioria impulsionada pela vontade do mesmo em proteger todos, tendo assim sua forma astral completamente dissipada no processo.

Libertação & Amnésia

Cronos ressurge de forma incompleta.

Embora inicialmente Aioria acreditasse ter tido exito em destruir o titã, com a súbita chegada das titânides no local e a poeira da explosão abaixando, Cronos revela ter recuperado seu corpo junto com sua Megas Drepanon. Porém, para surpresa de todos ali, o titã mostra estar em um estado juvenil e completamente amnésico, sem sequer ter a noção que era um deus. Logo, é explicado por Mnemosine que o motivo pelo qual Cronos ter ressurgido de forma incompleta é que quando o Cavaleiro de Leão rompeu o enfraquecido selo de Zeus, a violência do impacto de seus relâmpagos acabou atingindo diretamente o cosmo do titã, destruindo não só a imagem que Cronos tinha de si mesmo, mas também todas suas memórias e lembranças de seu poder.

Invasão do Labirinto de Cronos

Outras Aparições

Os Cavaleiros do Zodíaco

Cronos é citado por Dohko quando o mesmo explica a verdade sobre o Hades aos Cavaleiros de Bronze, no Muro das Lamentações.

Particularidades da Sohma

Sua Sohma tem uma forma de uma gadanha, chamada "Megas Drepanon". Em grego, uma palavra "Drepanon" significa realmente foice, não gadanha, e de acordo com o mito,Cronos era dito empunhar uma foice gigante (Megas Drepanon). Portanto, retratar o Megas Drepanon, como uma gadanha não é totalmente preciso. Mas desde que foice e gadanha são gigantescos, o resultado é algo aceitável.

Habilidades em Combate

Como um deus, tem o domínio supremo no cosmo, o Nono Sentido. E por ser um Rei dos Titãs, Cronos também domina completamente a Dunamis. Cronos tem o poder de controlar todos os elementos e mudar sua forma tanto para atacar como para defender,sendo o rei dos titãs Cronos e uma das divindades mais poderosas do universo sendo que para conseguir derrota-lo Zeus precisou da ajuda de seus irmãos, sua Sohma e a mais poderosa de todas.Com o seu poder Cronos destrói a armadura de ouro de leão facilmente, como um titã Cronos domina completamente o Dunamis o poder dos Deuses Primordiais que existe desde a criação do universo e um dos maiores poderes divinos.Cronos demonstra o poder de destruir a mente de seus oponentes amaldiçoando suas almas,Cronos também criou a adaga de ouro que tem o poder de ferir ate os Deuses. Mesmo sem seu poder poder total Cronos derrota facilmente Aioria o cavaleiro de ouro mais poderoso de seu tempo e aquele que tem o poder de reproduzir o relâmpago de Zeus e também na Forma Espectral,Cronos derrota Saga de Gêmeos um dos maiores cavaleiros de ouro de todos os tempos.

Capacidades

  • Estilo de Luta:Segundo Aiolia, o estilo de luta de Cronos é impressionante. É baseado em grande violência combinada com sua capacidade específica de cálculo e o fato de possuir um cosmo divino incomparável, e usa Dunamis.

Técnicas Especiais

Forma Espectral:

OracleTeleos.png Oráculo Onipotente
(绝対神托 - テレオスオラクル, Zettai Shintaku - Tereosu Orakuru)
Um ataque que atinge diretamente a mente do oponente. Ele convida a vítima para se tornar servo de Cronos. Se o alvo resiste, então uma maldição será jogado em cima dele e sua personalidade será destruída. Esse ataque envenena a existência da vítima, jogando-a em um destino miserável de traições e decadência, que terminam com a morte pelas mãos daqueles que eram seus amigos - o mesmo destino compartilhado pelos descendentes de Urano. Afeta também o alvo por despertar impulsos e ambições malignas. É um ataque que mostra claramente o poder divino sobre o controle das vidas dos seres humanos.
KhaosHyetos.png Tempestade do Caos
(浑沌豪雨 - カオス ヒュエトス, Konton Gou - Kaosu Hyuetosu)
Uma das muitas formas utilizadas por Cronos para controlar a natureza. Ele chama a chuva e muda sua forma em incrivelmente longas e negras agulhas que penetram no corpo do inimigo, causando uma dor imensurável. Ele passa por armaduras e afeta o corpo diretamente. Além de ferir o inimigo, também drena sua vida e Cosmo.
PainomenonArukein.png Domínio dos Fenômenos
(现象支配 - パイノメノン アルケイン, Gensho Shihai - Painomenon Arukein)
Controlando a natureza, Cronos chama os véus das profundezas da Terra para a superfície e rodopia o vento, transformando-o em lâminas naturais. Este ataque corta o corpo da vítima utilizando as lâminas de vento, enquanto queima o alvo usando as chamas que emergem do solo, que incineram não apenas o corpo mas também a energia da vida.

Forma Carnal:

Yaminomeido.jpg Rugido das Trevas
(闇の鳴動, Yami no Meidō)
Cronos fornece pulsações de luz para sua Megas Drepanon, fazendo vibrar os braços adicionais de seu Soma de modo a criar um fenômeno de ressonância. Estas ondas, então, agem como lâminas imateriais que cortam o Cosmos e a força vital do inimigo. Milo conseguiu se defender ao atirar rochas no âmbito do ataque para bloquear essas ondas. Aiolia eventualmente neutralizou este poder destruindo os braços adicionais da Soma.
Dmegas.jpg Grande Foice de Dunamis
(神力大鎌 (デュナミス・メガス・ドレパノン), Dunamis Megas Depranon)
Depois de alcançar sua forma completa, Cronos implementa uma lâmina de Dunamis em cada um de seus braços, para atacar o inimigo.
Pragmaspathe.png Pragma Espata
(業刃(プラグマ スパテイ), Pragma Spathê)
Cronos divide o espaço acima da velocidade da luz e teletransporta o seu punho para mais perto do inimigo a fim de socá-lo. Devido à natureza desta técnica, é impossível se defender; à vítima restam duas alternativas: ou suportar, ou perecer diante dos ataques. Além disso, a cada um dos golpes, Cronos implanta o poder da Megas Drepanon, capaz de rasgar tanto carne quanto o Cosmos da vítima e trazer o extermínio a toda criatura.

Com esta técnica, Cronos foi capaz de pulverizar os fótons criados pelo Photon Burst, a técnica mais poderosa de Aiolia.

DunamisPteryx.jpg Asas de Dunamis
(神力翼 (デュナミス・プチリュクス), Dunamis Pteryx)
Depois de utilizar sua Dunamis Megas Drepanon, Cronos ataca seu oponente. Ele decola e atinge o inimigo acima da velocidade da luz, cortando-o através de suas lâminas de Dunamis. Segundo Cronos, o Dunamis Pteryx é capaz de destruir tudo, pois ele rompe com todo o tempo e com os átomos, exterminando do espaço-tempo todos os vestígios da existência de seu oponente.

Curiosidades

O Imperador

  • Em Saint Seiya: Episode G Taro Card, a carta de Cronos tem o título arcano de "O Imperador" (天皇, Ten'nō), uma referência óbvia ao seu papel como governante dos Titãs e do mundo.
  • Enquanto Cronos matara Urano no Episódio G, nos mitos, ele apenas castrou seu pai.
  • Originalmente, Masami Kurumada planejava lançar Cronos como principal antagonista do que seria o último filme da trilogia Saga do Céu, porém, devido ao fracasso do Prólogo do Céu, os dois filmes posteriores foram cancelados.
  • Enquanto Cronos é dito ser pai de Zeus e Hades tanto no mangá clássico quanto no Episódio G, Poseidon não é citado como seu filho.
    • Embora não seja expressamente declarado, já que tanto no Glossário quanto na Enciclopédia de Saint Seiya e no Hipermito, Poseidon é descrito como irmão deles, é mais provável que Cronos também seja seu pai.
  • As quatro mechas avoaçantes dos cabelos de Cronos em seu estado imperfeito estão ausentes em alguns capítulos. Isso se deve por decisão de Okada.
  • A batalha de Cronos contra uma Saga é uma analogia do espaço-tempo, como o titã controla o tempo e Saga é mostrada como sendo capaz de manipular o espaço, de modo que a sua participação é uma batalha entre espaço e tempo.

Referências Bibliográficas e Notas

  1. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 6, páginas 27-28
  2. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 30, página 5
  3. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 6, página 29
  4. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 31, página 13
  5. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 6, página 26
  6. Saint Seiya: Episódio G Tarot
  7. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 1, páginas 1-3
  8. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 21, página 9
  9. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 31, página 12-13
  10. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 31, página 17
  11. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 4, páginas 6-8
  12. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 12, páginas 26-30
  13. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 13, páginas 26-30
  14. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 14, páginas 8-9
  15. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, página 26
  16. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, páginas 30-31
  17. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 34, páginas 2-7
  18. Saint Seiya: Episódio G, Prólogo 19, páginas 4-5
  19. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 30, páginas 28-31
  20. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 30, página 39
  21. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 31, página 18-19
  22. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, páginas 25-26
  23. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 8, páginas 14-15
  24. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, páginas 25-26
  25. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, página 27
  26. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, páginas 30-31
  27. Saint Seiya: Episódio G, Capítulo 6, páginas 28-29
  28. Saint Seiya: Episódio G, capítulo 11, páginas 28-30
Divindades
Deuses Primordiais
(Episódio G)
Urano (o Céu) • Pontos (o Mar) • Érebo (a Escuridão) • Eros (o Amor) • Gaia (a Terra)
Deuses Olímpicos ZeusPoseidonHadesAtenaApoloÁrtemisAresHermesAfrodite
Clã dos Titãs
(Episódio G)
CronosHyperionCéosIapetoCréosOceanoRéiaTêmisMnemôsineTéiaTétisFebePrometeu
Clã dos Gigas
(Episódio G)
LyaxPhloxAnemosBronteSpateZugilosHoplismaDrakonThêr
Deuses dos Sonhos
(The Lost Canvas)
OneirosMorfeuFântasoÍceloFobetor
Panteão Egípcio
(Episódio G)
AnubisApófis
Panteão Celta
(The Lost Canvas)
LugBalorEthlinn
Panteão Asteca
(The Lost Canvas)
TezcatlipocaQuetzalcóatl
Panteão Romano MarteSaturnoDianaVulcanoBacoRômuloCupidoPlutão
Panteão Nordico OdinLoki
Outras Divindades TártaroCaosCronosKairosHypnosPallasThanatosDeimosFobosTifãoAbelNikéÉrisDeusEuríbiaPerséfoneApsu
Semideuses e portadores de Ikhor KardiaTenmaDohkoRadamanthysEdenShura (G) • Sigurd
Pseudodeuses AriaCavaleiro de OfiúcoFeiyanSaga de GêmeosBalder
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