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Saint Seiya: O Prólogo do Céu
R7keav
Nome Original Pendente
Uma Produção de Toei Animation
Classificação Livre
Filme Anterior Saint Seiya: Os Guerreiros do Armaggedon
Filme Sucessor Saint Seiya: Legend of Sanctuary (Animação em Computação Gráfica)
Ano de Produção 2004
Lançamento 14 de Fevereiro de 2004 (Japão) 2 de novembro (Brazil)
Duração 85min (duração longa)
Encerramento Never-Seitoushi Seiya No Theme (no Brasil, "Nunca Mais")
Álbum relacionado Original Soundtrack IX - Tenkai Hen Joso Overture Original Soundtrack

Prólogo do Céu (聖闘士星矢: 天界編 序奏 〜オーバーチャー〜Seinto Seiya: Tenkaihen Josō ~Overture~, lit. Saint Seiya: O Prólogo da Saga dos Céus ~Abertura~) é o quinto filme da série Os Cavaleiros do Zodíaco. O filme foi exibido dia 14 de Fevereiro de 2004 e lançado oficialmente no dia 2 de novembro de 2006 no Brasil. O DVD oficial foi lançado no dia 24 de Setembro de 2004 no Japão e em 2007 no Brasil. É o segundo longa metragem.

Logo
O filme tem um foco mais adulto, tanto no vocabulário quanto no enredo, visando acompanhar a idade dos fãs que cresceram e se tornaram adultos.

Foi produzido pela Toei Animation sob a supervisão de Masami Kurumada. O filme deveria ser o primeiro de uma trilogia que contaria a Saga do Céu, ocorrendo após a Saga de Hades da obra original. Porém, Kurumada, o criador da série, não ficou satisfeito com o resultado final, cancelando o projeto dos dois filmes seguintes e decidindo criar uma nova Saga do Céu depois de o prólogo do céu em seu mangá Saint Seiya: Next Dimension.

O filme foi dirigido pelo antigo diretor de filmes (que foi substituído uma vez após o 3º filme) e diretor da Saga de hades (saga da época) da período (a fase Santuário), Shigeyasu Yamauchi.

O legado e o abandono

O filme deveria ser o primeiro de uma trilogia, o prólogo da saga do céu (saga dos deuses olímpicos, que evidenciava que não seria apenas Zeus o único inimigo, e por isso não se chamaria "Saga de Zeus"), mas devido a sua falta de sucesso no Japão, a trilogia foi abandonada e o criador da série, Masami Kurumada, disse pra esquecer a sua existência. Mas depois de muitos anos, procuravam encontrar um "substituto" da Saga de Zeus, ou melhor, o filme Prólogo do Céu.

Entretanto, a série foi muito bem recebida na América Latina, e o diretor foi demitido antes do recebimento desta. O Brasil foi um dos primeiros países a dublar esse filme. Por muito tempo, sem saber do cancelamento, fãs trataram o filme como parte legítima da série, e valorizaram os guerreiros anjos assim como marinas e espectros (ou seja, foram tratados como personagens canônicos da série, já que na época, não existiam spin-offs desta, e só existia a ideia de continuá-la cronologicamente, e, por isso, spin-offs como Lost Canvas foram erroneamente canonizados por fãs no seu lançamento) diferente dos personagens de outros filmes, a ponto de fazerem fanfics que serviam de continuações. Somente com o fim da trilogia, a TOEI e outros mangakás começaram a fazer os spin-offs da série, já que ela era rentável em cloth myths, deixando o término da história de lado em matéria de animação. Next Dimension se propôs a continuar esse filme mas com outra versão.

Hades

No filme, Hades aparece de maneira bem diferente, assim como a a armadura divina de Seiya. Isso pois os fãs já conheciam o final da saga de Hades do mangá e por isso o filme continuou o que todos conheciam antes de terminar em anime (foi lançado esse filme, antes da Saga do Inferno ser lançada). Mas a aparêcnia foi diferente da do mangá e como o filme foi desconsiderado, eles simplesmente no anime da Saga de Hades, deixaram Hades

Shion, por ter aparecido na Saga de Hades do Santuário, estava em alta na época e apareceu no filme e no jogo de PS2 da Saga de Hades.

Enredo

O mangá

Pra entender o início do filme, é necessário ver 8 páginas de mangá (lançado na mesma revista que foi lançada Saint Seiya)

Tenkai-hen Joso Overture Introduction. Nesse mangá, desenhado pelo próprio Kurumada, vemos que Atena saiu dos Elíseos e está com Seiya numa cadeira de rodas, tem seu rosário quebrado, o que era um mal presságio; ela não quer que nenhuma coisa má aconteça e diz que agora ela vai proteger Seiya, que a protegeu com seus amigos. Depois, ela avista um templo e a cena passa pra alguém libertando um prisioneiro (como forma dele combater os cavaleiros que desafiaram os deuses ou seja, eles até o prisioneiro libertaram pra combater o inimigo, como se fosse uma guerra) e é ficado a dúvida de qual a relação desse prisioneiro com Zeus (provavelmente tentou o matar). O filme continua logo depois dessa cena.

Filme

O filme se passa após os eventos da Saga de Hades. Depois das Guerras Santas contra Poseidon e Hades, os deuses do Olimpo ficaram furiosos com Atena e seus Cavaleiros.

Ártemis, a deusa da Lua, surge com o intuito de castigar os Cavaleiros de Bronze por terem se voltado contra os deuses. Para protegê-los, Atena oferece a Terra à Artemis e jura sua própria vida como promessa de que eles nunca mais lutariam. O acordo então é aceito e a Deusa da Lua passa a governar a Terra.

Entretanto, ao verem o Santuário dominado, os Cavaleiros se rebelam, mesmo não entendendo ao certo o que estava acontecendo. Assim, Atena teve que entregar sua vida, já que havia prometido que Seiya e os outros nunca mais lutariam. É neste momento que seu sangue passa a ser derramado. Como os guerreiros estavam lutando contra a vontade de Atena, os mesmos estavam muito fracos, sendo golpeados facilmente durante as lutas.

No decorrer do filme, o desaparecido irmão de Marin surge como Toma de Ícaro. Os Cavaleiros de Ouro, que "morreram" na destruição do Muro das Lamentações, têm suas almas seladas pelos deuses do Olimpo como forma de punição.

História

SEIYA - PRÓLOGO DO CÉU

Seiya em estado catatônico.

Em uma casa de campo, Seiya está sentado em uma cadeira de rodas, em aparente estado catatônico - resultado de sua batalha final contra Hades. Nos céus materializam-se três figuras misteriosas. Anjos Celestes; Ícaro, Odisseu e Teseu. O trio ataca, lançando lanças em direção a Seiya que é apenas superficialmente atingido.

Prólogo do Céu - Saori (Atena)

Saori (Atena).

ícaro sente a presença de alguém e arremessa uma lança em direção uma porta de vidro. O objeto cai inerte, sem ter atingido o alvo. Indiferente ao trio de guerreiros, Atena caminha com uma manta onde gentilmente coloca no colo do Cavaleiro de Pégaso. Odisseu e Teseu pedem que Atena se afaste, pois sua missão é justamente eliminar o Cavaleiro de Pégaso. Atena se nega e pergunta quem dera tal ordem. Ícaro diz ter sido a própria irmã de Atena. Apesar disso, a deusa se nega a ceder a vida de Seiya.
Prólogo do Céu - De posse do Báculo, Ártemis ordena Atena que retorne ao Santuário

De posse do Báculo, Ártemis ordena que Atena retorne ao Santuário.

Nesse momento, o dia mergulha na noite, surgindo uma imensa lua cheia. A deusa Ártemis surge pessoalmente, condenando as ações da irmã cujo papel de deusa seria o de guiar e punir a humanidade - algo que ela acusa Atena de não o fazer. Dado a isso, ela exige que Atena entregue-lhe o reino da Terra. Mesmo diante de tal situação, Ícaro não deixa de notar o ar nobre e inabalável, bem como o Cosmo justo emanando de Atena. Ela materializa o Báculo de Atena, porém faz um um pedido; pede que os deuses perdoem os pecados supostamente cometidos pelos Cavaleiros e que os deixem viver em paz. Ártemis consente, mas avisa que a próxima vez que os Cavaleiros se rebelarem contra os deuses, ela os destruiria. Atena, porém, diz que os Cavaleiros não lutariam sob nenhuma bandeira ou por ninguém. De posse do báculo, Ártemis ordena que Atena voltasse ao Santuário e assumisse seu lugar como uma verdadeira deusa.

Passado tudo, Seiya relembra os eventos finais de sua batalha contra Hades, em que teve a espada do imperador do submundo fincada em seu peito. A dor dessa lembrança o tira do estado catatônico, e imediatamente Seiya lamenta pela partida de Atena.

Enquanto isso, em algum lugar de sombras, os Cavaleiros de Ouro estão a ser julgados por três vultos, deuses cujas identidades não são reveladas. Uma das entidade comentam que os Cavaleiros de Ouro foram despojados de seus corpos e se tornaram apenas almas. Uma segunda entidade diz, no entanto, não perdoar os crimes cometidos. Nesse ponto, Shion de Áries reforça que todos eram Cavaleiros de Atena, e que por mais que tenham perdido seus corpos e nada lhes retassem não abdicariam de suas posições. Uma da entidades zomba, dizendo que mesmo tratando-se dos guerreiros mais poderosos de Atena, os Cavaleiros de Ouro continuavam sendo mortais. Pelos crimes cometidos, as entidades decidem condenar ao castigo eterno as almas dos Cavaleiros de Ouro, que não conheceriam o descanso ou paz por toda a eternidade. A decisão não abala Dohko de Libra, que mesmo na morte ainda eram Cavaleiros de Atena. Shion, por último, diz que mesmo se forem selados, outros herdariam suas vontades. Os deuses zombam dessa última fala, dizendo que mesmo que surjam outros humanos, ainda não passam de humanos.

Ida ao Santuário

No arredores da casa de campo, Seiya abandona a cadeira de rodas e se arrasta pela grama, comentando não mais sentir a presença de Atena. Nisso sua mestra, Marin de Águia aparece e se alegra por ver que Seiya voltara ao normal. O Cavaleiro de Pégaso pergunta onde Atena estava, sentindo que o mundo parecia abandonado. A amazona diz a Seiya para procurar respostas no Santuário.

Seiya faz isso. Mas ao regressar ao Santuário, o mesmo estava radicalmente diferente. Uma voz informar que aquele era agora o Santuário da deusa Ártemis. É Shaina de Ofiúco. A amazona diz que lá não era lugar para um renegado como Seiya e que Atena havia cedido seu posto de deusa da Terra a Ártemis, fato esse irrita Seiya. Ao tentar se aproximar de Shaina é duramente atacado por Jabu de Unicórnio e Ichi de Hidra, ambos guerreiros convertidos a causa de Ártemis cujo trabalho, diz Ichi, seria eliminar Seiya. O Cavaleiro de Pégaso pergunta se todos ali não eram Cavaleiros de Atena, mas Shaina diz que ninguém ali obedecia Atena.

Jabu e Ichi atacam. Sem sua armadura Seiya não é capaz de se defender. É ferido, mas não se rende. Ao tentar evocar seu Cosmo, simplesmente não consegue. Shaina é a próxima a atacar, e sem nenhum dificuldade derrota Seiya, dizendo que o Cosmo devia queimar com o coração. Dada a insistência de Seiya de unir-se a Atena, Shaina diz que o mandará para junto dela. Aplicando seu poder, a rocha sob os pés de Seiya desmorona, e o Cavaleiro de Pégaso desaparece.

No fundo do precipício, Seiya não entende as ações dos outrora colegas, e lamenta não poder alcançar Atena. Seiya, porém, localiza a urna de sua Armadura de Pégaso. Tenta tocá-la na primeira vez, sentindo uma dor excruciante em seu peito que o repelia a vestir sua armadura. Aos poucos a dor amaina, e Seiya sente uma sensação de bem-estar, conseguindo vestir sua armadura.

Noutro ponto, Atena pesa as decisões que tomou. entrando em uma enorme piscina, decide sacrificar seu sangue, como forma de aplacar a ira dos deuses sob a humanidade.

Batalha os Anjos Celestiais

Shun de Andrômeda utiliza suas correntes para escalar um penhasco do que outrora fora o Santuário. As correntes detectam uma ameaça que surge na forma de um homem alado. Um dos anjos celestiais, Teseu. Shun questiona aonde Atena está. Teseu diz que a Terra agora era de Ártemis e que sua missão consistia em eliminar os Cavaleiros de Atena.

Teseu leva a batalha até um enorme lago. Lá, o anjo explica que as ações de Atena e seus Cavaleiros despertaram a fúria dos deuses, que os condenaram a morte. Shun se enfurece, mas Teseu se mostra superior no combate, lançando o Cavaleiro de Andrômeda contra uma pilastra no centro do lago. Ao olhar melhor, Shun vê horrorizado os rostos dos Cavaleiros de Ouro, cujas almas estão seladas. Teseu pensa em eliminar Shun, mas é impedido pela chegada de Ikki de Fênix.

Teseu pergunta a Ikki porque os mesmos continuam desrespeitando os deuses e se intitulam-se Cavaleiros de Atena, se a mesma abandonou a Terra. Ikki responde não se importar se Atena não os quisesse mais, continuariam sendo Cavaleiros de Atena, como tal sua missão era matar Teseu.

Apesar do forte espirito de luta, Ikki não é páreo para Teseu, cujos ataques anulam as estratégias do Cavaleiro de Fênix, além de fazer com que as correntes de andrômeda desviassem a trajetória de ataque. Apesar de vantagem, Teseu reconhece a força dos Cavaleiros e começa a compreender um pouco o receio dos deuses em querer eliminá-los. O anjo celestial encerra a batalha jogando a dupla enfrente a estátua dos Cavaleiros de Ouro, que começam a chorar lágrimas de sangue, dando animo a dupla de irmãos que sentem os Cosmos dos companheiros enchendo-lhes de esperança.

Shun e Ikki combinam seus poderes e usando o Tempestade Nebulosa junto com o Ave Fênix, derrotam Teseu. A luta consome a força dos dois que desmoronam inconscientes. A alma de Shion, ainda aprisionada na rocha, fala que eles, os Cavaleiros de Ouro, não erraram ao confiar Atena aos Cavaleiros de Bronze.

Seiya sente o Cosmo de Hyoga, o encontrando junto a Shiryu, ambos caídos, praticamente vencidos por Odisseu. O Cavaleiro de Pégaso não se conforma e tenta atacar o anjo celestial que evita e contra-ataca com uma esfera de energia. Odisseu comenta que o sangue de Atena está prestes a acabar e que era para salvar a humanidade que a deusa estava se sacrificando. Seiya dispara seu Meteoro de Pégaso, mas Odisseu tem a capacidade de reverter os golpes de seus adversários e Seiya é atingido violentamente pelos seus meteoros, tendo sua Armadura de Pégaso destruída.

Mesmo ferido, Seiya diz não poder perder mais tempo e que seu dever era salvar Atena. Odisseu simplesmente não entende, chegando a dizer que já não havia mais deusa para venerarem. Seiya responde atacando mais uma vez e, como na vez anterior, tem seu golpe revertido.

Seiya não desiste. Odisseu olha para o Cavaleiro de Pégaso e imagina se Seiya não tinha algo que os deuses perderam. Seiya dispara seu ataque pela terceira vez. Odisseu o devolve, mas dessa vez a esfera de energia congela e é reduzida a lascas de gelo, passando por Seiya sem tocá-lo.

Hyoga recobrara os sentidos, dizendo também haver se lembrado de que independentemente de quem fosse o inimigo, sempre continuariam protegendo Atena. Hyoga dispara o Pó de Diamante. Odisseu contém o ataque e prestes a devolvê-lo para o Cavaleiro de Cisne é surpreendido por Shiryu que lança seu Cólera do Dragão. O anjo celestial reverte os golpes dos dois Cavaleiros de Bronze, que caem vencidos no chão.

Odisseu fala que a humanidade deve ser extinta e começar do zero, tal como Atena. Hyoga e Shiryu se levantam mais uma vez e pedem para Seiya partir e encontrar Saori. Hyoga e Shiryu unem os seus golpes e desta vez vencem Odisseu, que não se conforma de haver sido derrotado por humanos.

Seiya de Pégaso vs Tohma de Ícaro (primeiro confronto)

Seiya chega a um local muito parecido com um deserto, onde só se vê areia e duna. Debilitado, Seiya encontra-se com Ícaro, e ambos se apresentam. Seiya pergunta o que Ártemis fez para Atena. Ícaro diz que Atena não era mais uma deusa e que abandonou os Cavaleiros, fazendo da missão de Seiya inútil. Seiya diz não acreditar reafirmando sua condição de Cavaleiro de Atena. Ícaro pergunta se a devoção para com Atena era o que fazia Seiya continuamente desrespeitar os deuses e os vencer, e o mesmo confirma. Ícaro diz haver se tornado forte o suficiente para tornar um deus ou para se transformar em um deus, mas questiona como foi possível para Seiya vencer alguns deuses. mesmo manifestando um poder que Ícaro diz não ser capaz de derrotar um deus.

Tão rápido a luta começa, ela termina. O Cavaleiro Celestial fala com desapontamento o quanto sonhou em um dia poder lutar e vencer o Cavaleiro de Pégaso, famoso por ter vencido vários deuses. Sem expectativa Ícaro lança um ataque, materializando uma lança envolta por eletricidade. Seu golpe, porém, não têm efeito algum. Marin surge fazendo o resgate de Seiya no último instante.

A Amazona de Prata mostra o sino para Ícaro, dizendo que procurava por alguém com um sino igual. Ícaro rejeita Marin, dizendo que abdicou dos sentimentos humanos para ser um Cavaleiro Celestial de Ártemis. Ele começa a atacar Marin, mas Seiya interfere dizendo que a protegeria. Ícaro lança seu golpe mais uma vez e Seiya despenca de um penhasco. Voltando-se contra Marin, a mesma alerta Ícaro. de que Seiya rumava para junto de Atena, e que quando ele a encontrasse se tornaria mais forte que Ícaro. Dito isso, a amazona se vai.

De volta ao Templo de Ártemis, Ícaro começa a relembrar cenas do passado, de quando era uma criança de rua jurando proteger sua irmã mais velha. Ártemis surge nesse instante, perguntando se Ícaro estava com saudades do mundo dos humanos. Ícaro nada diz, apenas que Cavaleiros Celestiais haviam sido derrotados por Cavaleiros humanos, algo que Ártemis diz ter conhecimento. Ícaro expõe sua dúvidas; porque Cavaleiros tecnicamente mais fortes perderam para Cavaleiros de Bronze e será que os mesmos possuíam algo que eles, os guerreiros celestiais, não tinham? Ante tantas dúvidas, Ártemis limita-se a dizer a Ícaro que o mesmo era diferente, pois estava sob sua proteção, o único mortal escolhido por ela. Ícaro diz que irá derrotar Seiya a todo custo, algo que Ártemis quer que ele faça diante de Atena. Ícaro concorda, jurando que se tornaria um deus!

Seiya de Pégaso X Tohma de Ícaro

Seiya encontra Ícaro novamente, porém, ele agora está mais determinado a encontrar Atena. Os dois iniciam uma nova luta e, com Seiya conseguindo acertar em Ícaro alguns golpes. Embora consiga lutar melhor, Seiya é atingido por um poderoso golpe de Ícaro e é arremessado para longe, caindo perto da Fonte da Redenção.

Finalmente, Seiya encontra Saori. Saori diz que mesmo não sendo mais a deusa da Terra, ela achava que tinha libertado os Cavaleiros do sofrimento das lutas. Seiya diz que vive por Atena e por isso luta. De forma inesperada, Saori diz que vai matar Seiya. Tudo não passa de um embuste para enganar Ártemis que havia aparecido no local. Saori pede a irmã seu báculo de volta e, com ele, atravessa o peto de Seiya. Na verdade, ao invés de matar o Cavaleiro de Pegaso, Saori havia-o libertando da maldição de Hades - que era o que impedia Seiya de lutar direito. Seiya agora pode queimar todo seu Cosmo novamente e parte para lutar de igual pra igual com Ícaro.

Seiya de Pégaso X Tohma de Ícaro (batalha final)

,Seiya enfrenta mais uma vez Tohma de Ícaro, porém, desta vez, o Cavaleiro Celestial parece não ser mais páreo para o Cavaleiro de Pégaso (a luta é intensa). Artemis resolve enfrentar Saori sozinha e aponta uma flecha para a sua irmã. Saori não teme a morte e amedronta Artemis. Enquanto isso. Seiya consegue vencer Tohma, mas Marin acaba salvando o seu irmão da morte. Tohma finalmente reconhece Marin como sua irmã. Artemis atira a flecha em Saori, mas Tohma acaba intervindo como um escudo e a flecha acerta o peito do Cavaleiro Celestial. O céu fica vermelho e surge Apolo, que demonstra um ar de muita superioridade. Seiya não se intimida e diz que na luta contra Poseidon e Hades, Atena sempre confiou em seus Cavaleiros e eles sairam vitoriosos. Seiya tenta atacar Apolo, mas é detido por um campo de força. Apolo se irrita e dispara um golpe poderoso (algo parecido com a Exclamação de Atena). Parece o fim de tudo e a imagem dos outros Cavaleiros de Bronze, Marin, Tohma de Ícaro e Shina vai sumindo aos poucos, como se todos estivessem morrendo naquele instante. De repente surge Seiya e Saori nus, mas ainda vivos. Seiya confronta-se novamente com Apolo. Este é o momento mais complicado do filme, pois abre um leque de interpretações muito grande. Seiya diz que tem o poder de superar um Deus e voa para o céu (algo realmente estranho e curioso).

Todo o cenário fica escuro, como se eles estivessem no espaço ou em outra dimensão. Seiya ataca Apolo. A cena muda totalmente como se tudo tivesse acabado. Seiya conversa com Saori em uma floresta mas, aparentemente, os dois estão sem memória (seria um tipo de punição dos deuses). Saori diz para Seiya que eles estão sozinhos, mas que espera que ele encontre quem está procurando (não é dito quem ele está procurando, ou seja, se é Seika, Atena ou outra pessoa). O filme acaba! Após os créditos, aparece Seiya, vestido de uma nova armadura totalmente desconhecida, atacando Apolo. Desta vez parece que o golpe atinge Apolo de raspão.


Mangá

Um pouco antes do lançamento do filme, foi lançado, no Japão, um mangá que serve de intersecção entre a Fase Elíseos da Saga de Hades e o quinto filme, desenhado por Masami Kurumada. Vivido em duas cenas. A primeira mostra Saori refletindo sobre o futuro ao lado de um catatônico Seiya, e a outra mostra Tohma na prisão do Olimpo, conversando com um deus misterioso.

Essa cena foi recriada e adaptada por Masami Kurumada no seu mangá Next Dimension e explorada mais a fundo. Tohma estava preso por ter sido expulso dos Céus por se rebelar contra os deuses e agora é um anjo caído, enquanto quem conversava com ele era Calisto, a líder da Guarda Real da deusa Ártemis.

Informações Adicionais

  • Segundo o diretor Shigeyasu Yamauchi, a palavra chave do filme é Água. Este elemento pode ser encontrado durante todo o filme.
  • Seiya deveria estar utilizando a Armadura Divina de Pégaso, assim como os outros Cavaleiros de Bronze, porém a equipe de criação do filme não teve como utilizá-la pois a Saga de Hades ainda não havia sido concluída em anime. A confirmação foi feita também pelo diretor Shigeyasu Yamauchi. Futuramente, em uma possível continuação. o fato será explicado de uma forma melhor.
  • Por causa da maldição de Hades, o corpo de Seiya rejeitou a Armadura de Pégaso no primeiro momento. Somente depois que Seiya conseguiu "acalmar" o seu coração, foi que ele conseguiu tocá-la.
  • O diretor Shigeyasu Yamauchi confessou que gostaria muito de ter feito a luta de Hyoga de Cisne e Shiryu de Dragão contra o Cavaleiro Celestial Odisseu, porém ele não teve tempo para concluir a luta. Toda a sequência da luta chegou a ser desenvolvida, mas acabou não entrando no filme, infelizmente!
  • O produtor Hiroyuki Sakurada explicou o fato dos Cavaleiros de Ouro aparecerem "selados" no filme. Como a história da Saga do Céu ainda não foi escrita por Masami Kurumada, ele não podia simplesmente colocar em ação os Cavaleiros de Ouro, embora quisesse muito. De qualquer forma, os Cavaleiros de Ouro deverão ter uma grande participação na possível continuação do filme.
  • O diretor Shigeyasu Yamauchi afirmou que para fazer uma das cenas em que Seiya está triste, ele se baseou no antigo filme dos Cavaleiros do Zodíaco (A Lenda dos Defensores de Atena, quando os Cavaleiros enfrentam o deus Abel).
  • Os nomes dos golpes dos Cavaleiros Celestiais, Teseu e Odisseu, foram idealizados, porém o diretor Shigeyasu Yamauchi preferiu omití-los, pois achou que a ausência das palavras ajudaria a mostrar o poder deles.
  • Shigeyasu Yamauchi afirmou que o final do Prólogo do Céu indica que este filme é apenas um terço do que deveria ser a Saga do Céu (conforme Masami Kurumada também já divulgou, a ideia é fazer uma trilogia).
  • O diretor Toru Furuya disse que todos os personagens falam como se estivessem em um monólogo. Eles contam seus sentimentos para si mesmos, como se estivessem escrevendo um diário. Na opinião dele, isso é algo positivo a ser destacado no filme.
  • O trecho final do filme não foi muito bem explicado pelo diretor e pelo produtor. O futuro da história ainda não está definido, mas a explicação mais plausível no momento é que Seiya e Saori perderam a memória e se tornaram pessoas comuns. Com relação à armadura que Seiya veste no final do filme, não existe qualquer explicação oficial e serve apenas como um "gancho" para uma possível continuação.

Curiosidades

  • Especula-se que o custo de produção do filme chegou a 500.000.000 de ienes (quinhentos milhões de ienes), ou seja, algo em torno de R$ 9.500.000,00 (nove milhões e quinhentos mil reais).
  • Cinema3
    A pré-estréia do filme aconteceu alguns dias antes da estréia nos cinemas japoneses. A versão exibida nesta pré-estréia não era a versão final do filme, ou seja, era uma versão ainda inacabada e sem todas as cenas.
  • Os fãs que foram assistir ao filme nos primeiros dias de estréia no Japão ganharam de brinde um livro ilustrativo, uma correntinha com o símbolo do Pégaso e um calendário tematizado do filme.
  • Dentro dos cinemas também era possível comprar cards especiais, pôsteres e bonecos da linha Moving Soldier (parecidos com a linha Gashapon, mas com os Cavaleiros de Bronze usando armaduras reluzindo a ouro).
  • Para divulgar o filme, a Toei Animation espalhou cartazes e outdoors por várias cidades no Japão. Destaque para os outdoors nos metrôs japoneses!
    Cinema1
  • Toru Furuya, antigo dublador japonês do Seiya, ficou enciumado pelo fato do personagem Tohma de Ícaro ter uma pariticipação muito grande na história. O fato chega a ser curioso porque Seiya é o Cavaleiro de Bronze que mais participa do filme. Imaginem como devem ter ficado os dubladores dos outros Cavaleiros de Bronze?
  • Shingo Araki (principal desenhista do filme) e Shigeyasu Yamauchi (diretor do filme), durante a produção do filme, trocaram muitas informações via FAX. Como eles precisavam aprovar juntos as imagens e o traço de alguns personagens e não tinham muito tempo para isso, a única solução encontrada foi mesmo utilizar o FAX.
  • O diretor Shigeyasu Yamauchi queria que a Bandai comercializasse os sinos de Tohma de Ícaro e Marin de Águia, porém eles não foram comercializados.
  • Masami Kurumada não ficou muito satisfeito com o resultado final do filme e chegou a demitir o diretor Shigeyasu Yamauchi após o lançamento dele.
  • A duração do filme é de 83 minutos, porém o filme deveria ter uma duração de aproximadamente 120 minutos. Por causa da falta de tempo, não foi possível concluir o filme da forma desejada.
  • Assim como a banda Make Up, que cantou músicas da saga do Santuário foi chamada pra cantar o encerramento desse filme no Japão, coincidentemente, no Brasil, Edu Falaschi foi chamado pra cantar esse encerramento e também foi cantor da Saga do Santuário no Brasil.

Personagens

Deuses

Ártemis
Artemis

Deusa da Lua e da Caça, é irmã de Atena. Aparece com a missão de punir os Cavaleiros de Atena por seus crimes contra os deuses e fazer com que Atena desista da Terra. Ártemis não chega a mostrar seu real poder, entretanto, seu poderoso Cosmo é capaz de tornar a superfície da Terra semelhante à da Lua e transformar o dia em noite, como um Eclipse. Usa o arco e flecha como arma.

Fotos de Ártemis

Apolo
Apollo

Apolo

Apolo é o deus do Sol e da Arte, além de Abel, deus do Sol. Irmão gêmeo de Ártemis os dois tem a mesma missão e aparece para salvá-la do ataque de Seiya. Também não demonstra seu real poder, mas é apontado por Saori como um deus de força devastadora. Utiliza um poderoso campo de força tanto para se defender quanto para atacar os inimigos.

Fotos de Apolo

Anjos de Ártemis

Não fica claro se servem apenas a Ártemis ou a todos os deuses do Olimpo. Na dublagem brasileira, são chamados de "Cavaleiros Celestiais". No original, eles são "Tentoushi", os Santos do Céu, diferentemente dos cavaleiros de Atena, que são os "Seitoushi", os Santos da Terra.

Tohma de Ícaro
Toma

Toma de Ícaro

É irmão de Marin, desaparecido como Seika, por vários anos. Tohma foi aprisionado no Olimpo, mas uma pessoa misteriosa acaba o libertando. Luta junto com Odisseu e Teseu contra os cavaleiros de Atena. É o único guerreiro celestial humano. Esqueceu os sentimentos humanos para alcançar o poder dos deuses. Ele é derrotado quando entra na frente da flecha de Ártemis para salvar Atena. Seus golpes consistem em descargas elétricas disparadas contra o adversário. Apesar do filme não mencionar o nome do golpe, nos comentários sobre os bastidores revela-se que é Máxima Altitude (Highest Altitude).

Odisseu
Pf5031-odysseus

Odisseu

 

Lutou contra Seiya, mas Hyoga e Shiryu fazem o Pégaso ir atrás de Atena. Shiryu e Hyoga derrotam Odisseu motivados pelos esforços de Seiya. Lutando contra Seiya, Hyoga e Shiryu ele compreendeu porque recebeu a ordem de eliminar os Cavaleiros de Bronze. Utiliza esferas de energia que absorvem o ataque inimigo e em seguida rebatem o golpe, fazendo com o que o adversário seja atingido pelo seu próprio ataque.

Fotos de Odisseu

Teseu
Teseu

Teseu

 

Lutou contra Shun e Ikki na área do "Pilar do Selo", onde estavam seladas as almas dos Cavaleiros de Ouro. Teseu se surpreendeu com o grande espírito de batalha dos cavaleiros de Atena e compreendeu que eles podem ser uma ameaça aos deuses. Foi derrotado pela combinação de Shun e Ikki. Seu golpe possui a forma de vários losangos dourados que atingem o adversário com grande potência.

Fotos de Teseu

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